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Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados
História

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Como tudo começou

A bala é um doce que possui vasta diversidade. Tem bala mole, dura, com sabor de frutas, de hortelã, com recheio, com chicle, bala sabor cola, de goma e tantas outras. Mesmo sendo tão popular e consumida por pessoas de todas as idades, não há registros precisos sobre sua história no Brasil.

Os dados vêm, principalmente, de pessoas ligadas ao setor, permitindo fazer uma reconstituição do caminho que levou as pequenas fábricas de “fundo de quintal” a se transformarem em grandes estabelecimentos comerciais.

A história das balas pode ser dividida em três fases: pré-história (balas artesanais feitas no fundo do quintal), história (inauguração das primeiras fábricas e ampliação do setor) e industrialização (mecanização e consolidação do setor).

História: Fase 1

Possivelmente, as primeiras balas foram produzidas e consumidas no Brasil no século 19. Eram as chamadas “balas japonesas” ou as “balas de mistura”, feitas principalmente por portugueses ou italianos.

Os ingredientes básicos eram mistura de água e açúcar, mais uma essência e um corante. O processo de fabricação era totalmente artesanal, a partir de um bastão comprimido à mão, e cortando em diversos formatos à faca (florzinha, bichinho, etc.).

De acordo com depoimento de Oswaldo Falchero, presidente da Pan, essas balas eram geralmente produzidas em pequenas salas, “fábricas de quintal”. Elas eram, então, vendidas à Granel e apresentadas num pote de vidro.

O mercado de balas estava concentrado nas cidades do Rio de Janeiro e de São Paulo. Na primeira, tornaram-se famosos os Rebuçados de Amaral Lisboa, produzidos por portugueses por volta da década de 1920. Em São Paulo, a imigração de japoneses, portugueses e italianos, sobretudo desses últimos, trouxe artigos e especialistas na arte da confeitaria, contribuindo para o começo dos primeiros empreendimentos.

Tem-se conhecimento, nesse período, da Indústria de Confeitos e Doces, localizada à rua Florêncio de Abreu com a rua Mauá, no centro de São Paulo, do engenheiro Antônio Prudente de Moraes, primo irmão do político republicano José Prudente de Moraes Barros. Presume-se, porém, que o termo “indústria” seja exagerado para o que seria, na verdade, uma loja com fabricação de balas em anexo, no fundo do quintal.

Com o crescimento da produção e o aumento da demanda, os fabricantes passaram a contratar mulheres para embrulhar os confeitos separadamente, um a um. Elas levavam as balas para casa em latas de 20 litros e trabalhavam com a ajuda de seus filhos. Os confeitos embrulhados eram levados de volta para as fábricas para serem distribuídos no varejo.

Distribuição

Quem fazia a distribuição eram vendedores autônomos, já que as fábricas não interferiam nesse processo. Eles escolhiam um ponto na cidade – rua, quarteirão, bairro ou zona – e entregavam as balas e doces nas vendas de sua região.

Conforme depoimento do presidente da Bela Vista, Cid Maraia de Almeida, “cada um respeitava sua área de atuação. À medida que o negócio crescia, havia necessidade de o vendedor escolher regiões que não eram cobertas”. 
 Os primeiro doces no Brasil eram vendidos em carroças.

As mercadorias eram distribuídas de venda em venda, em caixotes de madeira, e iam direto para os potes de vidro. A Confiança e a Bela Vista talvez tenham sido as pioneiras nessa área.

Por volta de 1940, as empresas começaram a montar uma frota de veículos motorizados. A Pan utilizava furgões que tinham forma de um foguete (carros da marca Adler, fabricados pela Auto Union, de origem alemã).

A Bela Vista, a partir de 1946, estimulou os vendedores autônomos a comprarem seus próprios caminhões. “A frota Chevrolet modelo Tigre, na cor verde, com o logotipo da Bela Vista estampado nas laterais, integra a memória da população de São Paulo que viveu nas décadas de 40, 50 e 60”, comenta Cid Maraia de Almeida.

Durante a Segunda Guerra Mundial, e mesmo algum tempo depois, a gasolina teve que ser racionada. Utilizavam-se então, carros adaptados à tração animal. “Na época, mantínhamos uma pequena frota de furgões modelos Chevrolet e Ford, mas utilizávamos pouco em virtude do racionamento”, declara o sócio-presidente da Confiança, Fernando Gonçalves Féria.

Um pouco depois da Guerra, a situação do combustível voltou ao normal. A distribuição alcançava, cada vez mais, lugares distantes, ampliando com isso o mercado consumidor.

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História Fase 2

Em 1883, um confeiteiro de origem italiana, Emigdio Falchi, abriu em São Paulo uma pequena fábrica de bombons, doces e balas que prosperou rapidamente. Apesar de ter mudado de nome várias vezes no decorrer de sua história, a empresa ficou conhecida como Casa Falchi Indústria e Comércio. Acredita-se que essa tenha sido a pioneira, ou uma das primeiras fábricas do ramo no país.

Foi no começo do século que o negócio de confeitos efetivamente prosperou. Foram fundados vários empreendimentos no setor: Indústria de Chocolate Lacta (1912), Bela Vista (1915), Indústria de Produtos Alimentícios Confiança (1934), Pan Produtos Alimentícios (1935), além de várias outras como Dizzioli, Gardano, Neuza, Saccomani etc., cujas datas de inauguração não se sabe ao certo.

É possível que o negócio tenha começado de duas maneiras. 1) Através da importação de confeitos da Europa, os comerciantes se capitalizaram e perceberam que podiam produzir os confeitos aqui mesmo (caso da Lacta). 2) Os artesãos iniciaram a diversificação de seus produtos. Antes, eram produzidos e vendidos apenas o conhecido ABC: doce de abóbora, batata, cidra e coco.

A feitura de balas passou a ser mais organizada, com a montagem de linhas de produção. “Misturava-se água com açúcar em tachos colocados em fogo direto até tirar o ponto. Após, esparramava-se essa massa em mesas de mármore para esfriar e, em seguida, adicionava-se essência”, segundo depoimento de Cid Maraia de Almeida, presidente da Bela Vista.

Não demorou muito e os primeiros equipamentos foram introduzidos na produção. Não se sabe ao certo qual foi a primeira bala industrial. É possível que tenha sido a bala mole, feita de fondant (batido numa máquina), puxada de um ponto fraco.

De acordo com depoimento de Oswaldo Falcheiro, presidente da Pan, a bala mole “era muito simples, feita à base de água, açúcar, essência e corante, sem utilização de glicose. O corante determinava o tipo: se contivesse corante cor de rosa era sabor laranja, verde era abacaxi, branco era limão, e assim por diante. Elas eram embrulhadas em papel pergaminho e fechadas no formato de bico”.

Outra hipótese é que a primeira bala de máquina no Brasil tenha sido a “cebolinha” ou “bolinha”, produzida pela piroleira, máquina feita de carretéis onde as balas são prensadas em tambores rotativos, adquirindo um formato semioval.

As balas ganham nomes

Inicialmente, as balas não tinham nomes próprios. Com o aumento da produção e a diversificação das linhas, os confeitos começaram a ser nomeados. Até então, eles eram chamados pelo nome das empresas que os produziam: balas da Pan, da Bela Vista etc.

A realização das primeiras promoções ajudou na criação informal de nomes e na constatação de que eles eram importantes na venda e no reconhecimento dos produtos.

O Saccomani teve a ideia de acondicionar as balas quadradinhas em papéis com números. As pessoas colecionavam esses números e concorriam a prêmios. Os premiados ganhavam acessórios e bolas de futebol. Apareceram então as chamadas “balas de futebol”. Começava a era das “balas de coleção”.

A Pan lançou uma promoção que consistia na distribuição de álbuns de figurinhas nas vendas das balas. Todos os produtos traziam envelopes de figurinhas. Os álbuns completos davam direito a prêmios. “As ‘balas concurso’ foram um sucesso. As crianças ficavam aguardando os furgões da Pan nas esquinas das ruas para comprar as balas antes que acabassem”, segundo declaração de Oswaldo Falcheco.

As balas mais famosas conhecidas pelo nome foram: a Torino, da Gardano; Piper e Toffe, da Falchi; e a Paulistinha, da Pan. Presume-se que o nome Paulistinha tenha sido dado em homenagem à Revolução Constitucionalista de 1932.

Apesar das promoções, a divulgação era feita principalmente boca a boca. “O produto era o maior divulgador de si mesmo”, afirma o presidente da Pan, Oswaldo Falcheiro. Além disso, eram produzidos folhetos, cartazes e propaganda para rádios.

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História Fase 3: industrialização

Por volta da década de 1940, a produção entrou numa nova fase. Chegavam ao Brasil máquinas mais avançadas vindas da Inglaterra, Alemanha, Itália, França e dos Estados Unidos.

Esses novos equipamentos passaram a ser utilizados em todo o processo produtivo, desde o cozimento das matérias-primas até o acabamento final.

Também em relação às matérias-primas, os fabricantes brasileiros começaram a ter acesso a novos produtos, como glicose (através da empresa Refinações de Milho Brasil, hoje Corn Products), aromas, essências e corantes.

O maquinário era trazido por técnicos que organizavam e ajudavam a planejar a produção. Eles tinham conhecimentos importantes que não existiam aqui, e que foram fundamentais para a consolidação do setor de confeitos no país.

Gomas de mascar

Os chicles foram inventados nos Estados Unidos. As primeiras gomas comercializadas no Brasil chegaram no início da Segunda Guerra Mundial. Militares americanos, instalados em Natal, vendiam o produto para as crianças.

Importado dos Estados Unidos, o Bazooka, um dos primeiros chicles de bola, ficou famoso durante as batalhas e foi popularizado pelas tropas americanas.

Antes de a guerra acabar, o chicle Adams já era o mais vendido no Brasil. Ele ficou tão famoso que seu principal produto, o Chiclets, acabou emprestando seu nome para esse gênero de confeitos no país. Era vendido numa caixinha de papel com duas unidades cada. Não fazia bola, pois era do tipo “candy-coated”. Até hoje ele é comercializado no Brasil e no mundo.

O chicle Adams foi importado pela Gardano até 1944, quando a importação e comercialização passaram a ser feitas pela Lacta, que mantinha um esquema de distribuição muito mais abrangente. Em 1947, a Adams se estabeleceu no país. No início, funcionou como um escritório de administração, estratégia de vendas e marketing. No começo da década de 1950, a Adams iniciou a produção no Brasil, numa fábrica localizada na avenida do Estado, no bairro do Cambuci, em atividade até 2004.

Foi também na década de 1950, que a Kibon iniciou a produção do primeiro chicle de bola nacional, o Ping Pong, muito popular no país até os anos de 1990.

O avanço da indústria

Ainda na década de 1950, a Q-Refres-ko, empresa que se desmembrou da Kibon para produzir somente balas, chicles e confeitos, lançou a bala Soft, que trouxe uma nova tecnologia para a confecção de balas (do produto à embalagem), alcançando todo o território nacional e ampliando o negócio de “candies” para o “big business”.

“A bala e o chicle sempre tiveram um valor de venda muito baixo, sendo um produto acessível para todas as faixas de consumo. Eles sempre estiveram relacionados à unidade de troco, regendo os produtos de menor valor no mercado”, conta o presidente da Bela Vista.

Com a mecanização, as fábricas precisaram ser ampliadas e a produção aumentou consideravelmente. Novos tipos de confeitos foram criados. O avanço tecnológico abriu novas possibilidades. As pequenas fábricas tornaram-se grandes empresas.

A indústria brasileira de balas tem se desenvolvido continuamente, alcançando, além de um padrão internacional de qualidade, graças à importação de equipamentos de elevada tecnologia, a terceira posição no ranking mundial de produção, ficando atrás apenas dos Estados Unidos e da Alemanha.

Esse desempenho tecnológico permitiu ampliar a produção brasileira, bem como exportar seus produtos para mais de 100 países, competindo lado a lado com tradicionais produtores mundiais do setor.

Esse crescimento é decorrente particularmente da maior variedade de produtos nacionais, da abertura para produtos importados e do maior poder aquisitivo da população, obtido nos planos econômicos do governo. O consumo per capita também varia por região do país, indicando possibilidades de crescimento.

A versão moderna da bala não descartou suas matérias-primas básicas – açúcar e xarope de glucose –, porém ganhou novas formas e configurações, produtos gelados ou diet, sem descaracterizar a natureza doce e saborosa do produto.

A evolução industrial do setor brasileiro de balas permitiu ganhos de escala. A sofisticação de produtos direcionados por categorias e hábitos de consumo implicou conquistas de nichos de mercado no comércio exterior.

Recorde de vendas

No Brasil, existe um pico de vendas nos meses de setembro e outubro, em função de dois festejos voltados ao público infantil.

Católicos e adeptos de religiões afro-brasileiras comemoram, em 27 de setembro, o Dia de São Cosme e São Damião. Trata-se de uma data para lembrar os dois irmãos médicos que, sem cobrar nada, cuidavam de doentes na Síria, onde nasceram no século 6.

Muitas vezes, eles falavam de Jesus Cristo para seus pacientes, que começaram a associar o trabalho a milagres divinos. Ambos foram mortos, e a Igreja Católica decidiu instituir o dia dos santos da medicina e padroeiros das crianças. Segundo a tradição, os religiosos devem distribuir doces nessa ocasião.

Já 12 de outubro é o Dia das Crianças, que coincide com o feriado de Nossa Senhora Aparecida, padroeira do Brasil. Na data, as crianças costumam receber doces e presentes.

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Mais história

História do chicle

Com vários sabores disponíveis no mercado, a goma de mascar comercializada atualmente surgiu nos Estados Unidos, no século 19, e ganhou o mundo rapidamente. Mas o hábito de mascar chicle não é tão recente assim, e pode ter raízes na Idade da Pedra.

Historiadores acreditam que a goma de mascar tenha surgido em 9.000 a.C., na Mesopotâmia, onde foram encontrados resíduos de chicle feito de resina de bétula em dentes humanos. Porém, relatos mais recentes afirmam que os responsáveis pela criação da goma de mascar foram os povos antigos da América.

Os maias mascavam resina extraída da árvore Yucatán para refrescar o hálito. Já os astecas faziam a goma de mascar extraída de uma árvore chamava chicle, para produzir saliva durante as caminhadas. O povo asteca não permitia que homens e mulheres casadas mascassem chicle em público, porque o hábito era associado à sexualidade.

A história dos chicles consumidos hoje começa em 1848, quando John Curtis fundou, nos Estados Unidos, a primeira fábrica de goma de mascar, feita da árvore picea. A guloseima não fez sucesso porque o gosto era muito amargo.

Com isso, Thomas Adams, fotógrafo americano, juntamente ao ex-presidente mexicano Antonio Lopez de Santa Anna, descobriu a substância extraída da árvore Sapoti e decidiu misturá-la à borracha utilizada na fabricação de pneu, para que o custo fosse mais baixo.

O sabor não ficou agradável e Adams acrescentou alcaçuz ao produto. O fotógrafo enrolou a mistura em formato de bolas e embrulhou-as em papéis coloridos. Nascia, em 1859, o chicle Black Jack.

Em 1871, Thomas Adams patenteou uma máquina de fazer chicle, e lançou a goma de mascar Adams New York Gum, vendida em farmácias e drogarias.

William Wrigley Jr., vendedor de sabonetes, foi fundamental para alavancar as vendas das gomas de mascar. Wrigley Jr. decidiu colocar um chicle como brinde nos seus produtos. Ao perceber que as gomas de mascar eram mais rentáveis que os sabonetes, o vendedor decidiu mudar de ramo, e passou a comercializar os chicles Adams.

Para conquistar novos clientes, uma das iniciativas de Wrigley Jr. foi mandar quatro chicles de menta para 1,5 milhão de pessoas encontradas na lista telefônica dos Estados Unidos. A prova de que os americanos gostaram dos chicles foi a fortuna conquistada pelo vendedor, em 1898: US$ 150 milhões.

Com a popularidade das gomas, a Adams comprou marcas famosas do segmento, como a Chiclets e a Dentyne.

Durante a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), o produto começou a ser comercializado para evitar o estresse das pessoas e os soldados norte-americanos também tinham a guloseima presente na dieta. Depois do período de guerra, as vendas do chicle dispararam.

Com o excesso do consumo, a Adams desenvolveu o chicle Clorets (1952), que era consumido para tirar o gosto de alimentos fortes, bebidos e cigarro. Depois foi o chicle Trident, sem a adição de açúcar (1962). O Bubblicious, primeiro chicle macio e o Bubballo, goma de mascar com recheio, foram introduzidos no mercado norte-americano em 1977.

Os chicles de hoje não são mais extraídos das árvores devido ao excesso de produção e exploração. As gomas são feitas de produtos derivados do petróleo, chamados chicles sintéticos. A receita é considerada segredo industrial e as fábricas não divulgam os ingredientes.

Os norte-americanos são os maiores consumidores e produtores de chicle do mundo. A indústria do país chega a movimentar US$ 19 bilhões por ano.

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História da bala de goma

A bala de goma, doce gelatinoso famoso no mundo todo, surgiu na Alemanha e foi criada por Hans Riegel, na década de 1920.

Riegel era dono da Haribo, empresa do segmento, e criou também a famosa bala de goma em formato de urso. A gummies, que significa urso de borracha, foi criada em 1922, e comercializada, principalmente, na Europa e nos Estados Unidos.

No Brasil, a bala de goma ou jujuba é produzida em diversos formatos, cores e sabores, sendo utilizada para alegrar as festas infantis.

Os ingredientes são açúcar, xarope de glicose, amido aromatizante, corante alimentício, ácido cítrico e gelatina, mas há receitas caseiras com ingredientes mais acessíveis.

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