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Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados
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Composição real do chocolate

O chocolate é um alimento de amplo consumo mundial conhecido por sua alta carga energética e inclusive por isso é freqüentemente banido do consumo dietético regular de algumas pessoas. É fato que os níveis alarmantes de obesidade e os maus hábitos alimentares corroboram para esta atitude extremada de repúdio. Em contrapartida o seu sabor e prazer são inigualáveis e inquestionáveis. Seu contexto histórico demonstra claramente que a “bebida dos Deuses”  não recebeu este título somente por seu sabor e sim por apresentar propriedades conferidas exclusivamente aos Deuses, como mui to mais energia e disposição que os individuos normais. Atualmente sabemos que estas propriedades são o resultado dos antioxidantes presentes na polpa do cacau. Conseqüentemente o interesse no estudo das propriedades funcionais do chocolate se deu principalmente devido ao seu alto conteúdo de flavonóides. Desde que  o povo Maia o descobriu pouco se levou em consideração cientificamente pois, era considerado apenas uma excelente fonte de energia com alta aceitação por parte de crianças e pessoas em convalescença. Foi amplamente utilizado durante a segunda guerra mundial na recuperação de soldados atingidos e também na complementação alimentar de atletas e astronautas. Contrariamente à crença comum, o chocolate não é uma fonte de cafeína. Tipicamente, as bebidas de cacau usadas na maioria dos estudos contêm menos cafeína do que o encontrado em um copo de café descafeinado. O chocolate é sim um estimulante cerebral e sua composição basicamente é manteiga de cacau, acucar e leite. os valores de carboidratos, gorduras e proteinas serão diferentes entre as diferentes marcas pois as proporçoes destes ingredientes é o que determina o segredo de um produto. Genericamente o chocolate é um alimento que fornece entre 450 a 500 calorias em cada 100 gramas de produto.

 

Chocolate e doenças cardiovasculares

Em um estudo realizado com indivíduos saudáveis do sexo masculino na Universidade de Harvard, observou-se que indivíduos que consumiam quantidades moderadas de chocolate (de 1 a 3 ou mais vezes por semana e de 1 a 3 vezes por mês) apresentavam um risco de mortalidade 36% menor, em comparação com indivíduos que não consumiam chocolate. Este fato pode ser atribuído a dois grandes fatores. O primeiro é que o cacau é rico em um grupo de fitoquimicos chamado flavonóis. Estes flavonóis são responsáveis pelo aumento do HDL colesterol, que é o colesterol que nos protege de doenças cardiovasculares pois impede a formação de placas de gordura nas artérias e veias e também reduz a formação de LDL colesterol, que é conhecido como colesterol ruim pois ele se acumula em placas que inflamam e são responsáveis pelo infarto e / ou acidente vascular cerebral. Consumir 40 gramas de chocolate com pelo menos 60% de cacau em sua composição garante vida mais longa e saudável !!!

 

O Chocolate e o cérebro

A compulsão por chocolate apresenta níveis de 40% em mulheres e apenas 15% em homens, sendo que as mulheres são mais susceptíveis durante o desequilíbrio hormonal causador da tensão pré-menstrual. Em  1996, após várias tentativas mal sucedidas de se melhorar o humor somente com suplementos de magnésio pesquisadores comprovaram os efeitos canabinóides do chocolate. Isso quer dizer que o consumo de chocolate para algumas pessoas pode viciar. Segundo seu estudo a sensação de euforia e bem estar decorrentes do consumo de chocolate devem-se à presença de substancias que são responsáveis pela formação de serotonina que nos dá a sensação de bem estar.  Outra substancia presente no cacau é a teobromina que estimula nossa atividade cerebral e nos mantem mais despertos. O chocolate apresenta ainda outras  substancias que aumentam o tempo de duração da sensação de bem estar. Por isso, como o exercício físico, a sensação de bem estar e disposição são facilmente percebidas após o consumo de 30 gramas de chocolate amargo.

 

O conteúdo elaborado por:

 

Dra. Vanderlí Marchiori – CRN3 – 3343

Nutricionista clínica e fitoterapeuta. Graduada na faculdade São Camilo com extensão em medicina natural pelo Manchester Institute. Fitoterapeuta pelo Conselho Regional de Farmácia do Mato Grosso do Sul e pela Fundação Herbarium. Atualmente é Secretária Geral da Associação Brasileira de Nutrição Esportiva e Assessora Técnica da Faculdade de Medicina de São Jose do Rio Preto. Colaboradora da APAN (Associação Paulista de Nutrição) e ex- conselheira do CRN3. Professora convidada de diversas universidades, cursos de pós-graduação e congressos de nutrição. Consultora de programas de tv a cabo e aberta ,  revistas e jornais impressos e eletrônicos. Durante muito tempo atuou em alimentação institucional e em controle de qualidade de alimentação de grandes empresas.

 

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