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Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Balas e Derivados
Palavra do Presidente

Empresas Associadas

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A indústria brasileira deve mirar o futuro

 

É fato que tivemos no Brasil, ao final de 2012, queda nas atividades que nos levaram ao famoso “pibinho” daquele ano, mas esperávamos uma reação em seguida dos negócios, o que não aconteceu no primeiro semestre de 2013. Em contrapartida, vendo o panorama pós-crise mundial, já há indícios de recuperação, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, ainda que lentamente. Estima-se que em dois anos o mercado mundial voltará a crescer. É importante que os empresários se perguntem se sua empresa estará pronta e competitiva para quando a economia mundial voltar a crescer.

 

Os setores de chocolates, balas e amendoins brasileiros sofrem as mesmas consequências na esteira da movimentação econômica mundial e no primeiro trimestre de 2013 apresentaram queda de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, em linha com o mercado alimentício, que caiu em proporções semelhantes. São estatísticas inéditas, dado que os nossos setores cresceram significativamente em 2010 e 2011.

 

Este é o momento exato de investirmos em pesquisa e em incremento inovador nos processos produtivos e de gestão, pois quando o mercado voltar a crescer, nossas indústrias estarão fortalecidas e prontas para competir no mercado global.

 

Não podemos esquecer que o Brasil tem um forte mercado interno, ao qual foram adicionados nos últimos anos 37 milhões de consumidores à classe C, e uma posição industrial destacada — somos o terceiro produtor mundial do mercado de chocolates e confeitos. 

 

Outro aspecto importante é o crescimento do Nordeste, que vem apresentando aumento do PIB acima da média do Brasil, com significativa melhora do IDH – Índice de Desenvolvimento Humano. Hoje, essa é a segunda maior região de origem e destino das vendas do atacado, tendo como principal motor da economia o comércio, impulsionado especialmente pelo crescimento do poder aquisitivo das classes D+E.

 

Portanto, nada de pessimismo. Devemos atravessar esta crise atuando até onde o nosso braço alcança com gestão eficiente e inovação — assim, quando tivermos novamente sopa disponível, não estará o empresário de garfo na mão. 

 

Getúlio Ursulino Netto

Presidente da ABICAB – Associação Brasileira da Indústria de Chocolates, Cacau, Amendoim, Bala e Derivados

 

 
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